Ostras são consideradas afrodisíacas, certo?
Viagra também, certo?
Já imaginou ostras com Viagra?
Foi isso o que pensou o australiano Royden Whitten, criador de ostras quando resolveu usar viagra dissolvido na água para criar suas ostras. Royden começou a acrescentar viagra em pó juntamente com o cálcio das ostras e colocar no aquário onde as ostras ” super afrodisíacas ” são criadas.
A idéia resultou até em uma marca nova de ostras enlatadas com o nome sugestivo de “Sex in a can” – (sexo em lata ) !!!


Em Moscou teve uma competição com os dois maiores times de Counter-Strike 1.6 do país.
Até que, durante a competição uma música alta começou a tocar e garotas que estavam na sala começaram a fazer strip para desconcentrar os jogadores, elas tentaram de tudo, mas mal conseguiram abalar a concentração dos “campeões”.
Uma curta história sobre as guerras/guerrilhas centradas nos EUA, da Segunda Guerra Mundial aos dias atuais, contada usando os principais alimentos de cada país envolvido no conflito.
Capítulos do vídeo acima:
1. O mundo
2. Segunda Guerra Mundial – Holocausto / Rendição francesa / Bombardeamento em Londres / Pearl Harbor / Battle of Midway / Dia D / Queda de Berlim / Hiroshima
3. Guerra Arabe-Israelita – Britanicos deixam Israel / Israel expande o território
4. Guerra da Coréia – China e Russia apoiam o Norte / EUA apoia o Sul
5. Crise dos misseis cubanos
6. Vietnam – China e Russia apoiam o Norte / EUA apoia o Sul
7. Guerra Fria – Corrida armamentista
8. Intifada
9. Guerra do Golfo – Iraque invade o Kuwait / Scuds / Smart bomb
10. 11 de Setembro
11. Afeganistão
12. Guerra do Golfo II – Shock and awe / IED
13. Comida de Inseto
De acordo com o autor:
-Toda a comida do filme foi consumida por ele ou pelo cachorro dele após a filmagem.
- Foi usado o photoshop para a adição de efeitos.
- O filme levou 3 meses para ser feito.
- O filme é um stop motion digital, em outras palavras: no lugar de mover a comida, bater um frame, mover a comida e bater um frame, ele bateu um frame e moveu a comida frame a frame usando software.
Uma vez eu falei na aula de biologia, “nunca provaram que deus existe”, e a professora, vejam só, respondeu, “nem que não existe”.
Acho que já ouviram esse argumento.
Toda a sala me vaiou, como se a resposta da mulher fosse perfeita, impossível de contestar. Eu tinha então 12 anos, e a retórica ainda não era um dos meus fortes.
O curioso é que umas duas semanas atrás me vi mais uma vez diante do mesmo argumento, dessa vez numa aula de história da Arte.
- Nunca provaram que deus existe, afirmei.
- Nem que não existe.
- Que nem o monstro do lago Ness.
- Eita, que comparação hein?
- Ué, nunca provaram que o monstro existe, nem que ele não existe. E no entanto há dezenas de pessoas que dizem que o viram, e outras milhares que acreditam piamente na sua existência.
- Sim, mas aí é por causa do turismo.
- Pode ser, mas chega lá no lago com uma prova de que ele não existe. Tu acaba morta ou desmoralizada pelos habitantes, afinal tem muita gente que depende disso para sobreviver. Que nem no mito da caverna… Sacou?
- Não…
- Então imagine se essas milhares de pessoas de repente fossem bilhões. O monstro seria então como o deus dessas pessoas, e qualquer um que fosse provar que ele não existisse, ou seria morto (como faziam com os ateus na idade média), ou desmoralizado, como fazem hoje em dia, na maioria dos lugares. Igualzinho como a professora de biologia fez comigo.
- É, mas essas pessoas que fazem isso não são crentes de verdade.
- São sim. Eles creem tanto que não suportam a simples ideia de que possam estar errados. A parede da caverna sempre foi mais que suficiente pra eles…
- Haha, mas quem crê em deus não mata, não faz mal aos outros… o Meu deus, pelos menos, ensina o contrário.
- Sério?
-Autor Desconhecido







